Notícias Livres

3 07 2008

Recomendação para utilização de ODF no Uruguai

É com grande prazer que apresento a recomendação da AGESIC (Agência para o Desenvolvimento do Governo de Gestão Eletrônica e da Sociedade da Informação e do Conhecimento) do Uruguay, que determina que “…os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, os Organizmos Descentralizados e as Empresas onde o Estado possua maioria acionária…”, distribua e receba documentos eletrônicos em ao menos um padrão aberto de documentos eletrônicos (ODF ou PDF).

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Linux: Sete razões para migrar

Parece que estamos vivendo uma Segunda Onda na iniciativa de migração do Windows e de seus programas proprietários para o Linux e seus aplicativos de código aberto. A Primeira Onda, mesmo tendo sido fruto de muita boa vontade e esperança da comunidade, infelizmente não deu certo – pelo menos não tão certo quanto se esperava. A Primeira Onda surgiu em torno do ano de 2002 e envolvia o mesmo pensamento: “O Linux está pronto! O Linux e todos os seus alicativos estão prontos! Tudo o que precisamos é falar ao mundo e o mundo migrará!”. Tudo parecia certo. Onde essa onda falhou? Em sua grande parte, no excesso de otimismo: várias barreiras ainda precisavam ser quebradas, muitas delas envolvendo problemas reais que, até pouco tempo, assolavam o mundo do software livre e de código aberto.

Vamos ao mais problemático de todos: o Linux não era muito amigável. Esse primeiro ponto, potencialmente um forte “contra”, não era uma completa verdade, mas vários fatores correlacionados contribuíram para que ele se tornasse verdadeiro. O primeiro deles era que, na época, o Linux ainda se preocupava em buscar a interoperabilidade com o Windows, seja na facilidade de implementação de compartilhamento de arquivos, seja no desenvolvimento de programas capazes de trabalhar com extensões de arquivos em comum. Não se engatinhava nessa época, mas ainda havia um longo caminho a percorrer.

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Linux Today: Linux domina os maiores supercomputadores

Segundo noticia o site Linux Today, a mais recente lista dos maiores supercomputadores do planeta, compilada semestralmente pelo Top500, mostra o Linux presente em 427 (85,4%) dessas supermáquinas.

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Intel recusa adoção do Windows Vista

Paul McDougall, da americana Information Week, noticiou que, apesar de os computadores com Windows Vista freqüentemente virem acompanhados do selo “Intel Inside”, a recíproca não é verdadeira.

Segundo uma fonte anônima dentro da Intel, a maior fabricante mundial de processadores que rodam o Microsoft Windows afirmou que não fará a atualização do Windows XP para o Vista nas máquinas utilizadas internamente por seus 80 mil funcionários. Em vez disso, o Windows XP será mantido até a comercialização do Windows 7, em 2010, pois, segundo a fonte anônima, não há “motivos convincentes” para a atualização.

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XP não morreu, foi salvo pelo Linux!

Depois de muito rebuliço, a Microsoft resolveu voltar atrás e garantiu a todos os seus usuários uma maior sobrevida ao Windows XP. E quem a convenceu disso? As incessantes e insistentes reclamações de clientes que tinham medo de perder o suporte ao seu sistema operacional? Aqueles que não gostaram da experiência de migração do Windows XP para o Windows Vista? Não! Nenhuma das respostas acima. O principal responsável por salvar o XP da morte certa foi o próprio Linux.

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Instituições de ensino britânicas dispensarão Microsoft

O Reino Unido, na figura do instituto Becta – responsável por definir as diretrizes educacionais do país – reformulou seu regime de compras visando romper a hegemonia da gigante do software na área da educação. Além disso, iniciou-se um programa de metas bem definidas para adoção progressiva de soluções de código aberto nas escolas.

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